Posts Tagged ‘sauvignon blanc’

Listinha da Semana – 28 de Março

29 de março de 2014

Listinha da Semana – 28 de Março – Vinhos da Africa do Sul 

Guardian Peak Merlot 2010 (Stellenbosch) – onde: Vinci

The Winery of Good Hope Pinotage Bush Vine 2011 (Stellenbosch)  – onde: Qual Vinho 

Danie de Wet Cabernet / Merlot Bio 2011 De Wetshof  – onde: Mistral

Robertson Sauvignon Blanc 2011 – onde: Vinci 

Mullineux Family Wines White 2011 (Swartland)  – onde: Qual Vinho 

Espumante J.C. Le Roux La Fleurette Rose (Stellenbosch) – Onde: wine.com.br 

Ken Forrester Petit Pinotage 2012 (Stellenbosch) – onde: wine.com.br

Mont du Toit BlouVlei 2008 (Paarl) – onde: KMM Vinhos

 

imagesÁudios da Semana

 

24/03 – Semana sobre a produção sul-africana de vinhos

25/03 – Os tipos de uvas que são cultivadas na África do Sul

26/03 – Vinhos da região de Stellenbosch, na África do Sul

27/03 – Vinhos de Chenin Blanc, a uva mais plantada da África do Sul, vão bem com pratos com cebola frita

Listinha 27 dez – Nova Zelândia, Austrália, Africa do Sul

27 de dezembro de 2013

Nova Zelandia

Yealands – Pinot noir (tinto) ou Sauvignon blanc 45 onde: Pão de Açucar

Sanctuary Sauvignon blanc onde: Lojabebidas 68

One Tree Sauvignon blanc80 onde: winestore

Australia

Hardy’s Stamp of Australia Gewurztraminer onde: wine.com.br

Diamond Pinot noir promoção 50,00 onde: Vinci 

Promised Land – Wakefield (+- 66) shi cab ou chard unoaked – wake é 80

África do Sul

Goats do Roam branco e tinto  68,00 onde: Viavini

Winery of Good Hope Pinotage 50 – onde: Qual Vinho

 

Um clássico é sempre um clássico

29 de outubro de 2010

Fazia muito, muito tempo que não tomava um Pouilly Fumé dos grandes. Estou fazendo isto agora mesmo, numa sexta feira de temperatura perfeita, nem quente nem fria, apenas perfeita.

No nariz, terroir líquido e a fruta. Sauvignon blanc no seu estado mais puro e mineral. Primeiro o maracujá verde, pungente, depois o giz,um mineral impressionante. Depois, vai abrindo, ficando menos frutado e mais mineral, com cheiro de areia molhada, casca de ostra e pedra. Ele vai ficando mais completo conforme fica mais tempo aberto. É bom decantar.

Na boca, muita cremosidade, um certo calor, é firme no álcool. Tem ótima acidez e frescor. Não é extremamente longo, mas está longe de ser curto. Mais do que o sabor, o que fica na boca é uma untuosidade, a textura agradável.

Pouilly Fumé é uma denominação de origem na parte mais continental do vale do Loire, na França. O clima continental, marcado por verões secos e ensolarados, de noites frias, ajudam a Sauvignon blanc a amadurecer bem, mantendo a típica acidez.

Os solos lá são super conhecidos pela mineralidade. Estão dividos em 4 tipos: os calcários de Villiers, com pedrinhas calcárias pequenas. Os calcários do Barrois, que têm pedras calcárias maiores e mais duras, são solos secos e pobres, e com quase nada de depósitos fósseis. Depois estão as Margas com ostras, fósseis de ostrinhas de 160 milhões de anos atrás, quando ali era um mar. São solos mais frios. E as argilas com sílex, super famosas pelos aromas minerais que aportam ao vinho. Têm pedras grandonas, de 5 a 20 centímetros.

Vale a pena dar uma olhada nas fotos desses solos no site oficial da AOC

Combinou perfeitamente com costelinhas de porco no forno. Perfeitamente!

Eu ganhei o vinho de presente, então não sabia o preço. Fui olhar. Está à venda na Vinci

Lindíssimo!

28 de setembro de 2010

 

foto: premiumwines.com.br

 

Este vinho sempre me impressiona. Eu tinha ele na minha carta da época em que trabalhava no Sabuji, com a Bel Coelho. Mas aí, fiquei um tempão sem tomá-lo. Ontem, na aula sobre Austrália e Nova Zelândia da formação profissional, tivemos a oportunidade de prová-lo.

É impressionante como a fruta é evidente, aberta, sem ser escancarada ou exótica. É como morder um pêssego branco muito fresco, ou uma pêra meio verdinha, mas muito aromática. Em boca, atinge um nível que podemos chamar de perfeito em termos de equilíbrio entre acidez e corpo e cremosidade. Tem um extrato de fruta delicioso, sem ser doce, mas quase, como se eu tivesse mordido uma maçã geladinha, perfumada, acidinha e levemente adocicada.

Comemos com um atum selado, crostinha de gergelim e molho teriaki (inspirada na receita do Sal Gastronomia da minha irmã e do meu cunhado, mas numa versão mais humilde) e ficou muito interessante. Incrível como o gergelim ganha sabor, o peixe também e o vinho se mantém frutado e rico.

A harmonização é legal, mas juro que tomaria ele sozinho a noite toda, na sacada da minha casa, numa sexta feira quente, fumando um charutinho delicado…não?

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