Vinhos Gordurosos…

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A Bourgogne produz, sem dúvida, alguns dos brancos mais interessantes que há. Talvez os mais conhecidos venham da região de côtes de Beaune, região conhecida pelos Premier e Grand crus monumentais.

Mas, o mais legal é que esconde segredinhos que valem muito a pena provar e que achamos apenas dando uma de Indiana Jones. Hoje tive a oportunidade de provar um Mâcon-Villages. É uma AOC pouco falada, mas incrível, no extremo sul da Bourgogne.

O produtor Saumaize-Michelin faz um estilo pouco encontrado ali (onde os vinhos são mais magros e frescos). (1)No nariz tem uma nota mineral, toques tostados de manteiga, um pouco de cinzas. Na boca é gigante: tem ótima acidez, é muito gordo, cremoso, ao mesmo tempo tem frescor, um finalzinho amanteigado, lembra macadâmias e tem um toquezinho amargo rico no final. Está à venda na Cellar.

FATTY WHITE WINES

Bourgogne produces, without a doubt, some of the most interesting whites there are. Maybe the best known are from the Côtes de Beaune region, known for it’s monumentals Premier and Grand crus. 

But, the coolest thing is that they hide little secrets that are really worthwhile tasting and that,  we only found because we acted like Indiana Jones . Today I tasted a Mâcon-Villages. It’s a AOC little spoken of , but incredible, in the far south of Bourgogne.

Saumaize-Michelin, the producer, makes a style little made there ( their wines are usually thinner and fresher ) . On nose it has a mineral note, whisps of  buttered toast, a bit of ashes. On  palate it is gigantic: has excellent acidity, is very fat, creamy, at the same time has freshness, a buttery finish, reminds one of macadamia nuts and has a touch of rich bitterness  in finish.

Um outro vinho que está interessante é o Chablis do Laroche safra 2008. Chablis não é precisamente Bourgogne fica mais ao norte e tem outro clima e outros solos, mas, por motivos didáticos, encontramos as duas regiões juntas na maioria dos livros. Este tinha uma nota mais aberta e frutada no nariz, bem madura, com abacaxi e pêssego, não muito exuberante, mas rico, com toques lácteos de iogurte e, também, um toque mineral – tudo bem típico de Chablis. Na boca é bem cremoso, tem boa acidez, mas é mais magro, com um toque cítrico e menos extrato, um pouco mais curto. Ainda assim, representa bem a região. Não sei se está no Brasil, trouxe na mala, de um duty free, comprei por uns 19 dolares. Quando estiverem de viagem, tragam.

Another wine which is interesting is the  Chablis  Laroche , 2008. Chablis is not precisely Bourgogne it’s situated more to the north and has another climate and other soil, but, for didactic purposes , we find both regions mentioned together in most books. This one had a more open and  fruitier note on nose, very mature, with pineapple and peaches, not very exhuberant , but rich, with dairy touches of yogurt and also a touch of mineral-all very typical of Chablis. On palate it is very creamy, has good acidity, but is thinner, with a touch of citrus and less extract, a bit shorter. Still it represents the region well. I don’t know if it’s available in Brazil, I brought one back from a duty free store, for about US$19,00. When you travel next bring one back too.

2 Respostas to “Vinhos Gordurosos…”

  1. Gustavo Kipersmit Says:

    O Chablis Laroche 2008 está na World Wine e é vendido no site por R$ 99,00.

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