Um clássico

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Alguns vinhos, ao colocarmos no nariz, definimos como “clássicos”. É um conceito sutil, difícil de definir, mas talvez sejam os vinhos que lembrem os grandes Bordeaux. Ou, que tenham delicadeza e força no aroma. Nunca são muito exuberantes, mas marcam, tem força e firmeza. No último mês me deparei com 2 vinhos nessa linha. Um deles, comentei com vocês, foi o da vinícola israelense Margalit. O outro, foi na formatura da minha turma de alunos de Sommellerie para Enófilos, dia 29 de junho, quando cada aluno levou sua garrafa de vinho para tomarmos às cegas.

Um dos vinhos tinha esse estilo. Aromas finos de cedro, um toque de louro, logo florais delicados, toques de folha de louro. Semrpe em profundidade, nunca muito evidente. Na boca, claro, um vinho liso, com ótima acidez, estrutura toda fundida de álcool e taninos, firme, mas sem rugosidade.

Ficamos um tempão tentando adivinhar. Eu chutei que era um vinho mediterrâneo e, nesse aspecto, acertei. Só que o mediterrâneo é um pouco grande, então foi quase um chute. Um aluno meu trouxe um vinho de um produtor que eu amo, Miguel Torres. Especificamente o Gran Coronas 2006. Um clássico.

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