A Louca e Fantástica viticultura alemã.

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Esqueça tudo o que você já ouviu falar (de ruim) do vinho alemão. Apesar da fama de “frios”, esses caras são alucinadamente apaixonados pela viticultura. Estou estudando para dar uma aula e encontrei algumas imagens que gostaria de compartilhar com vocês, para que comecem a entender o que é viticultura radical.   

Atentem para a loucura dos lugares, os declives, a quase impossibilidade de cultivo onde eles se dependuram para produzir sua Riesling. Acima, temos o famoso Bremmer Calmont, o vinhedo mais íngreme do mundo. 

Pra começar a admirar e repensar um pouco o vinho alemão. 

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4 Respostas to “A Louca e Fantástica viticultura alemã.”

  1. Helena Mattar Says:

    Nossa! Como é que eles colhem as uvas num lugar tão íngreme como este???? Tô boba…

  2. Gabriel Tavares Says:

    Uma nota sobre a suposta frieza dos alemães: é um clichê, assim como o é dizer que os brasileiros são abertos e calorosos. Conheci alguns alemães, e posso dizer que, uma vez feita a amizade, ela é muito mais sólida e leal do que muita amizade tupiniquim, feita de abraços e beijinhos de fachada…

    Uma nota sobre os vinhos alemães: acredito que os brancos alemães estão entre os melhores do mundo, para não dizer que estão no topo da lista, seja por que critério for. Gosto especialmente dos Frankenwein (da Francônia), que consumi muito nos anos 1990; enquanto a febre do “leite de Nossa Senhora” infestava o comércio brasileiro das garrafinhas azuis, eu me deliciava com as Bocksbeutel.

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