Ouça: “A arte de fazer um grande vinho” é fácil de ler e equilibra técnica com ciência do vinho

23 de maio de 2013 por

“A arte de fazer um grande vinho” é fácil de ler e equilibra técnica com ciência do vinho

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Ouça: Pequena Biblioteca do Vinho resume o melhor dos vinhos do mundo em cinco edições

22 de maio de 2013 por

Pequena Biblioteca do Vinho resume o melhor dos vinhos do mundo em cinco edições

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Ouça: Colunista dá dicas de livros e guias clássicos para quem quer aproveitar o melhor dos vinhos

21 de maio de 2013 por

Colunista dá dicas de livros e guias clássicos para quem quer aproveitar o melhor dos vinhos

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Ouça: Listinha da semana!

17 de maio de 2013 por
  •  Hawk Crest Merlot 2006 (Stag’s Leap Wine Cellars) – Mistral
  • Pinot Noir  Grayson 2010  – Vinci
  • Cabernet Sauvignon Napa Valley 2010  Robert Mondavi - Interfood
  • Cabernet Sauvignon Crane Lake 2011 – Wine Experience
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Vinhos para a picanha (Folha de SP)

17 de maio de 2013 por

folha

Vinhos para a picanha

Interessante como para algumas comidas temos uma bebida definida, automática, que nos vêm à mente, como uma resposta pronta. Vamos comer uma carne bem saborosa: vamos tomar um vinhão encorpado!

Mas ao mesmo tempo, na prática, entramos em contradição. No Brasil, pensamos em carne, pensamos em churrasco. E, quando pensamos em churrasco, pensamos em picanha. E a primeira bebida que vem em mente é a cerveja. E ninguém, nem mesmo bebedores de vinho, questionam isso.

Mas, é claro, eu acredito que vinho é uma opção muito mais lógica. Não me levem a mal, adoro cerveja, mas não acho que tenha a ver com picanha. Mesmo as cervejas mais elaboradas, cheias de sabores tostados. Não acho que uma bebida com tanto gás funciona com um momento onde geralmente tendemos a comer muito.

Meus amigos cervejeiros vão brigar comigo. Em termos de sabor, há sim, boas cervejas que combinam. Mas se consideramos o ponto de vista digestivo, melhor um vinho, que além dos sabores, ajuda na digestão.

E, bom, como não escolhemos as bebidas por suas funções nutricionais, mas muito mais pelo seu bom sabor, há maneiras de acertar mais na hora de escolher um bom vinho para sua picanha, seja no churrasco ou na sua churrascaria preferida

O mais importante a se considerar, é que a picanha é uma carne de estilo suculento, sangrento, quase doce. O único elemento que quebra um pouco isso é o sal grosso. Mesmo assim, carnes suculentas como a picanha, precisam de vinhos frutados e suculentos.

Da seleção que fiz, todos têm isso em comum. Uma frutosidade, mas não muito madura ou alcoólica. São vinhos frutados com ótima acidez, para deixar ainda mais evidente essa suculência da carne. E, claro, fora os tintos, coloquei um branco para os dias mais quentes. Mas essa opção é só pra os mais atrevidos.

LAGREIN ALTO ADIGE ALOIS LAGEDER 2009
QUANTO R$ 115,22
ONDE Mistral (0/xx/11/3372-3400)

CHÂTEAU LAULERIE BERGERAC 2010
QUANTO R$ 47,00
ONDE Tastevin (0/xx/21/2633-8866)

CHINON LES GRANGES BERNARD BAUDRY 2011
QUANTO R$ 70,00
ONDE Tastevin (0/xx/21/2633-8866)

EMILIA NIETO SENETINER CHARDONNAY E VIOGNIER 2011
QUANTO R$ 33,00
ONDE Casa Flora (0/xx11/3228-5199)

 

Ouça: Califórnia produz quase 90% do vinho americano, e cada subregião tem suas próprias características

16 de maio de 2013 por

Califórnia produz quase 90% do vinho americano, e cada subregião tem suas próprias características

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Ouça: Alexandra Corvo comenta o estilo dos vinhos californianos

14 de maio de 2013 por

Alexandra Corvo comenta o estilo dos vinhos californianos

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Ouça: Alexandra Corvo fala diretamente de Napa Valley, nos Estados Unidos, falando dos vinhos da região

14 de maio de 2013 por

Alexandra Corvo fala diretamente de Napa Valley, nos Estados Unidos, falando dos vinhos da região

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Harmonização da Semana! Costeleta de cordeiro com vinho do Uruguai

13 de maio de 2013 por

Costeleta de cordeiro com tagliarini na manteiga e sálvia

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Sergio Arno
No recém-inaugurado restaurante La Quottidiana, em São Paulo, há a presença de um velho conhecido de Sergio Arno, 52 anos. Na cozinha, em um cantinho especial, São Benedito, conhecido como padroeiro dos cozinheiros, está a postos para que tudo dê certo. “Minha mãe achou que sempre traria sorte. Ele me acompanha há muito tempo, uns dez anos, uso como um talismã e tem dado certo”, diz um dos mais renomados chefs do país. E para prestigiar as mães, que costumam sempre dar conselhos sábios, essa edição traz uma receita deliciosa. Mas para Sergio, os ingredientes para comemorar esta data especial são simples e fáceis de achar. “O Dia das Mães perfeito é uma combinação de família reunida, um bom vinho e um almoço especial para ela, que pode ser feito com as receitas preferidas da mãe homenageada”, ensina o expert, que adora passar às pessoas o que sabe.

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Esta receita é bem fácil. Nada como uma costeletinha para combinar com um ótimo vinho tinto. É sempre bom lembrar que as carnes que possuem ossinho por perto costumam ter um sabor a mais: um toque defumado. Então, o vinho pode ter também uma nota mais tostada para ficar mais gostoso. Outro fator importante da costela é que ela tem uma gordurinha. Isso significa que podemos colocar um tinto bem encorpado, porque a gordura segura bem essa estrutura. Pensei em um tinto bem firme como o De Lucca Syrah (45 reais), do Uruguai, onde há muito sol no verão e as uvas ficam supermaduras. A uva syrah não é muito popular, mas é uma de minhas preferidas por lá. Este vinho é frutado, com notas tostadas e algo de pimentado-
reino. Na boca é cheio e  encorpado, sem ser pesado.

 

Vinhos atlânticos (Folha de SP)

13 de maio de 2013 por

folha

Vinhos atlânticos

Ai se o Brasil produzisse mais vinhos brancos que carregassem a tipicidade de nosso clima… Aí sim os tomaria com vontade. Todo esse vento que vem do leste, cheio de sal e frescor. Tenho saudades desse vinho que não existe.

Claro, se pensarmos por um lado, diremos: umidade não é algo bom para as vinhas. Dá lugar a fungos, pode ser péssima no verão. E aí?

Então, olhemos por outro lado: o que me faz crer que poderíamos produzir bons vinhos aproveitando-nos dos ventos atlânticos tão úmidos? O fato de que alguns dos mais deliciosos e estilosos vinhos do mundo são produzidos pertinho desse oceano.

Pegue Bordeaux, por exemplo. Apesar de, sim, é verdade, ser uma região protegida da umidade pela floresta, ainda está sujeita a ela. Fora as comunas que produzem os vinhos superencorpados e duros, muitos bons Bordeaux, brancos e tintos, são elegantes e delicados.

O Atlântico também banha a costa espanhola, onde a denominação galega Rias Baixas dá vinhos não só perfumados, mas também carregados de toques salgados e minerais. Um pouquinho mais para dentro, na região de Bierzo, são produzidos tintos etéreos e delicados com a uva mencia.

E, não longe dali, é só cruzar o Minho em direção sul, estamos na terrinha, Portugal. Sem dúvida, a região dos vinhos verdes é a mais icônica desse clima ventilado.

Mas, se olharmos bem, Portugal é todo banhado pelo Atlântico, e seus brancos e tintos trazem um pouco esse lado leve. As regiões de Lisboa, Terras do Sado, Setubal, Tejo são ótimos exemplos, com tintos de corpo médio, ótimos para comidas bem suculentas.

PERIQUITA 2009
Cereja bem madura e chá preto. Frutado, taninos fininhos, acidez refrescante
QUANTO R$ 32,90
ONDE Pão de Açúcar (tel. 0800-7732-732)

CHÂTEAU THIEULEY 2008
Aroma de canela e algo de incenso. Delicado, firme, frutado e secão
QUANTO R$ 53
ONDE Santa Luzia
(tel. 0/xx/11/3897-5033)

VINHO VERDE CONDE DE BARCELOS 2011
Bem frutado, notas de maçã. Cheio e frutado em boca
QUANTO R$ 30,80
ONDE Adega Alentejana (tel. 0/xx/11/5044-5760)

SEÑORIO DA REGAS 2011
Aroma de pera verde e um toque salgadinho. Boca refrescante, delicada, mas persistente
QUANTO R$ 89
ONDE Cultvinho (tel. 0/xx/11/5051-3650)

 


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